As doenças da creche – e agora?

Entrar na creche é uma opção pessoal ou uma feita por necessidade… Seja como for, acaba quase por ser uma inevitabilidade. E por aí, já conhecem a Doença Mãos, Pés e Boca?

Nota-se uma grande diferença depois de uns tempos de creche. De facto, o viver em sociedade e a convivência com outras crianças ajuda muito. Mesmo no caso dos gémeos!
Apesar de terem sempre um estímulo ao lado 24 horas por dia, o estar fora do ambiente familiar, por mais que seja completo e rico, é sempre uma grande vantagem no crescimento.

Agora… Preparem-se para as desvantagens. As bronquiolites, as varicelas, as doenças chatas… Há de tudo. E nem me falem de piolhos que eu tremo só de pensar!!!!!!!!
Os primeiros dois meses são os mais críticos.

Há uma doença típica da escola que lhes passou pela pele logo no primeiro mês: a doença mão, pé e boca. Altamente infecciosa em crianças com menos de 5 anos, há surtos umas duas vezes por ano… E é coisinha para ficarem todos com o mesmo problema, porque tocam todos nas mesmas pessoas e nos mesmos brinquedos. Transmite-se no fraldário e também por via oral, pela saliva, pelas mãos sujas…
As borbulhas são (ainda) mais feias do que a varicela.

Começaram pelo pé (lá em casa) e passaram pelas pernas, pelas mãos e, felizmente, pouco pela cara.
Começam por ser pequenas borbulhas que viram bolhas branco-acizentadas… Não são dolorosas na grande maioria das vezes, mas assustam só de olhar para elas. Se surgirem na boca a coisa pode complicar, e é essencial que as crianças bebam muita água para estarem hidratadas.

Este é o aspecto delas.

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Bonitas, certo???
Na altura, por coincidência, tinha ouvido falar dela pouco tempo antes… Presumi que fosse algo do género e passei pelo centro de saúde num domingo. Palavras da médica:
– “Não sei bem como são as borbulhas dessa doença, mas não é de certeza.”
Era.
Em caso de dúvidas, é melhor sempre ligar ao pediatra.
Atenção que as borbulhas podem ter muito melhor ou muito pior aspecto do que estas. No nosso caso, aplicámos a pomada Fucidine… Mas pode ser necessário dar Ben-U-Ron em caso de febre. Se for na boca, a coisa complica-se.
Depois vão desaparecendo…
… E depois aparecem no irmão ou na irmã. Mais uma aventura na secção  “o que um tem, o outro apanha a seguir”..
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E que tal uma lasanha de frigideira para o jantar?

Experimentei há uns tempos e fiquei rendida. Sabem aqueles vídeos que têm um óptimo aspecto mas que nunca pensamos que vá correr tão bem quando somos nós a seguir a receita?

Nesta fica. Bonita por fora e saborosa por dentro. Melhor ainda, para quem tem filhos e pouco tempo, é super fácil de fazer.

Já captei a vossa atenção????? Então fica aqui a receita.

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Refogado com muita cebola

Adicionar carne picada e molho de tomate. Deixar apurar

Partir placas de lasanha e colocar por cima da carne

Colocar mais um bocadinho de polpa de tomate, várias folhas de manjerricão e colocar tampa

Quando as placas estiverem amolecidas acrescentar queijo mozzarella por cima e uma embalagem de queijo ricotta. Espalhar bem

Deixar gratinar com tampa. Decorar com manjericão

Comer 🙂

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Chapéus há muitos, oh mães!

Adoro chapéus. Nem sempre gostei, não sei se por ser demasiado prática ou se por achar que não me ficavam bem… A certa altura passei a adorar. Da mesma forma, acho, que passei a comer tudo desde que fui mãe. Ter gémeos, aparentemente, torna-nos menos esquisitas com a comida!

Bom, lá em casa somos duas a gostar de chapéus. Mas o meu veio da China e o dela da Zara. She wins.

(são uma perdição)

 

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