Ser mãe. E agora?

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Ser mãe é a coisa mais fácil do mundo.
Carregar vida dentro de nós durante 9 meses (vá, um bocadinho menos para quem tem gémeos), vivenciar o parto, mudar fraldas meses a fio, deixar de dormir à noite, lidar com febres, tosses, problemas e viver com a ansiedade de saber se está tudo bem quando as crias não estão connosco.

É tão fácil obcecar com a quantidade de anti-histamínico a dar… Acordar às 3 e meia da manhã para dar um bocadinho de Actifed, vivendo perigosamente o risco de metade cair na cama enquanto a criança acorda… Nada de extraordinário.
Ter que fazer escolhas… Se corremos para aquele que está a saltar em cima no sofá ou para o outro que está a abrir a porta de casa.
Ter um closet cheio de roupa que não é a nossa… E máquinas de roupa sem fim para fazer. Lavar, secar, dobrar, arrumar. E fazer isso tudo de novo dias depois. Tão fácil ser mãe.
Sofrer com o défice de sono em simultâneo com o excesso de hormonas… Gritar quando a paciência falta e chorar porque ela faltou.
É deixá-los na escola e ficar triste porque ficaram tristes e triste porque eles ficaram felizes, e queríamos que eles ficassem felizes connosco mais um bocadinho. Tão fácil ser mãe.
É fazer tudo por eles e, de vez em quando, ouvir: “não, mamã não. O papá.”

É… Ser mãe é a coisa mais fácil do mundo. Porque, no fundo, o que é fácil é amar. E não é isso que é ser mãe?
Agora vou ali arrumar roupa.

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Dormir na cama sozinho. E agora?

Ana2

Quando? De que forma?
Basta passarmos os olhos por uma simples pesquisa no Google para perceber que há muitos pais e pediatras a recomendar a passagem não muito tardia para outro quarto e outros que simplesmente dizem que uma criança não dorme com os pais até aos 18 anos, por isso tudo a seu tempo.
Eu sempre achei que eles deviam ter o seu espaço e o seu quarto para dormir antes de perceberem que tinham outro, antes de ter que explicar que, agora os pais ficam aqui e tu vais para ali.

Não significa que não me tenha custado muito!! Na verdade, para quê ir ao ginásio se podemos fazer caminhadas à noite, de quarto em quarto? É uma questão de saúde, no fundo.


Quando fizeram quatro meses mudámos o berço/a cama de grades para o quarto dos gémeos. Nos primeiros tempos ainda dormiram juntos na mesma cama… Mas muito rapidamente tivemos que os colocar cada um na sua! Estranharam, no início, e ajudou manter a pequena toalha/fralda enrolada a meio da cama. Gostavam de dormir num espaço mais confinado. E sempre do lado certo! Se, com o irmão, dormiam do lado esquerdo da fralda, na cama própria também faziam o mesmo. À medida que cresciam, a fralda deixou de fazer sentido.

Outro dos investimentos que foi imprescindível e um dos melhores de todos foi o baby monitor, o intercomunicador.

Escolhemos a câmera Luvion Grand Elite, e é maravilhosa. O ecrã tem um tamanho razoável, mede a temperatura ambiente, o som, visão nocturna, grava imagens e ainda tem luz de presença e músicas. Nunca usámos as últimas duas mas a temperatura ambiente, no nosso caso, deu um jeitão.
Fica sempre na cabeceira e dá-nos uma grande segurança olhar para eles a meio da noite. Foi efectivamente essencial em várias noites desde que o comprámos. Tem a possibilidade de acrescentar mais câmeras wireless e, por isso, conseguimos ter uma em cada cama e espreitá-los em simultâneo.
Fizemos uma prospecção de mercado e, dentro do investimento que achámos importantíssimo fazer, esta era a mais simpática na relação preço/qualidade. Recomendo.
Não vão dormir 100 por cento descansadas… Mas acho que isso deixa de acontecer a partir do momento em que somos mães!

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Dormir nos primeiros meses. E agora?

alcofas

Sim, esta aventura vai ter tudo a dobrar. As fraldas, as roupas, os lençóis, as chuchas, os brinquedos… Tudo. No início, há que agilizar.
Comecemos por aquilo que eles vão fazer muito e vocês muito pouco: o dormir.
Muito se fala dos benefícios do co-sleeping, ou seja, da vantagem de ter o bebé a dormir com os pais no mesmo quarto, em camas distintas mas juntas (e não na mesma cama).

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A notícia! E agora?

aa2

Descobrir que vamos ter gémeos é um 2 em 1, um misto de choque e de felicidade. 
A resposta ao “São gémeos. E agora????” torna-se muito rapidamente um “E agora, olha. Vamos lá.”
A bem da verdade, dobram também as dúvidas e as inseguranças. Será que vou ser capaz? Estarei pronta para ser mãe? E com dois, como vou tratar deles? Será que os vou distinguir? E se chorarem os dois ao mesmo tempo? Como é que eu pego nos dois? E vou ser capaz de dar atenção aos dois? E se nascerem antes e ficarem internados? Ah, e amamentar os dois? E vou ter que comprar dois berços!!!

 

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